Lei Ordinária nº 9.442, de 02 de setembro de 2024
JUSTIFICATIVA
Maria Aparecida Coelho nasceu no dia 25 de janeiro de 1961, na comunidade do Choro, filha de José Alfredo Coelho e Conceição Maria de Jesus. Vinda de uma família simples e católica, devota de Nossa Senhora Aparecida, Maria cresceu em um lar repleto de fé, ao lado de suas seis irmãs e duas cunhadas.
Aos 25 anos, Maria tornou-se mãe solteira e deu à luz sua amada filha, Patrícia Pires. Como tia, ela era extremamente carinhosa e especial para seus seis sobrinhos e para seu sobrinho-neto Kacy, com quem compartilhava um laço profundo e significativo. Também foi uma excelente sogra e amiga de seu genro, Erivaldo Marcos.
Dedicada ao trabalho e às festividades religiosas e comunitárias, Maria exerceu a profissão de cozinheira com paixão e maestria. Iniciou sua carreira culinária no restaurante "Cantina do Tio Paulo", onde aprendeu a preparar uma grande variedade de pratos, tornando-se uma verdadeira "mestre cuca". Sua alegria e animação eram contagiantes, especialmente durante as excursões da Cenita Turismo para as praias em janeiro, onde era responsável pelos pratos especiais.
Maria dedicou vinte e cinco anos de sua vida trabalhando na casa da família Amaral (Ermelinda e Walquir). Sua simpatia, carinho e dedicação ao trabalho a tornaram conhecida como "Maria do Choro", um apelido carinhoso dado pela família que a tinha em alta estima. Para os filhos da família Amaral, Maria era parte essencial de suas viagens à praia.
Hoje, acreditamos que Maria está rindo e se alegrando na companhia da Sagrada Família de Nazaré, pois sua devoção e amizade com o Sagrado lhe garantiram um lugar especial na eternidade. Sentiremos eternamente saudades de suas risadas e de seu carisma, que cativavam todos ao seu redor.
Deixamos aqui nossa profunda gratidão por termos feito parte de sua vida. Maria tinha o dom de fazer todos ao seu lado sorrirem com suas brincadeiras e bom humor, e sua capacidade de emocionar como atriz era única. Foi uma mulher guerreira e sensacional, que jamais será esquecida por aqueles que a conheceram.
Nosso muito obrigado, Maria!